É preciso separar as finalidades. Os judeus faziam isto como obrigação, para a circuncisão, o que nós não precisamos fazer. Nós fazemos a consagração da criança a Deus, reconhecendo que Ele nos deu e estamos agradecendo por isto, rogando que o Senhor a abençoe. Em Lucas 2.37, lemos que havia uma profetiza, chamada Ana que não abandonava o templo, portanto era mais uma pessoa presente.
Nós não utilizamos o termo “padrinho”, sendo evangélicos.
Enfim, o termo “padrinho”, é usado pelos católicos geralmente. Nada mais é do que testemunha, o que não altera em nada a fé do cristão.

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